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Integrantes: Thiago Ranniery Moreira de Oliveira
Nathalia Barbosa Terra (CAP/UFRJ)
Lorraine de Andrade Branco Faria Gonçalves (CAP/UFRJ)
Samuel Molina Schorr (UNB)
Ricardo Scofano Medeiros (SME – Niterói)
Luan Carpes Cassal (University of Manchester)
Victor Pereira de Sousa (Doutorando PPGE/UFRJ)
Renata Telha Ferreira de Oliveira (Doutorando PPGE/UFRJ)
Jorge Felipe Marçal Gomes (Doutorando PPGE/UFRJ)
Prof. Msc. Rafael Cunha Crespo (SME – Niterói) 
Prof. Msc. Luca Romano Moura (FAPERJ)
Julia da Silva Coelho (Mestranda PPGE/UFRJ)
Filipe Vieira de Paula (Mestrando PPGE/UFRJ)
Ester Villar (Mestranda PROFBIO/UFRJ) 
Daniely Mara Carius Recarey Eiras (Mestranda PROFBIO/UFRJ)
Cassiana Lopes Sthepan (Pós-Doutorado PPGE/UFRJ) 
Marcelo Branquinho (Pós-Doutorado PPGE/UFRJ)
Julio César Bresolin Marinho (Pós-Doutorado PPGE/UFRJ e Unipampa) 
Adamo Boucas Escossia da Veiga (Pós-Doutorado PPGE/UFRJ)
Breno Henrique de Oliveira Santos (Graduando em Psicologia/UFRJ)
Nayara Falcão de Aguiar Oliveira (Graduando em Psicologia/UFRJ)
Anita Fernandes Scaff (Graduando em Psicologia/UFRJ)

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Resumo do Eixo:
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Este eixo reúne um conjunto de intervenções realizadas com escolas a partir das formulações de Judith Butler (2015, 2017, 2018, 2019, 2021, 2024) sobre quadros, enquadramentos e políticas de reconhecimento. Por isso, o conjunto das três cenas descritas a seguir fala do desejo por reconhecimento. Trata de devires e derivas que traçam os itinerários da consideração das agendas da diferença nas arenas escolares, buscando cartografar mudanças e permanências: aquilo que uma vez já foi sinalizado como campos de silêncio do currículo e da formação de professores para uma progressiva visibilidade política, uma explosão incontornável da diferença. O objetivo não é, contudo, representar ou documentar as transformações contemporâneas em curso em como as escolas fazem políticas (Ball; Maguire, Braun, 2018), mas explorar os sentidos das demandas por reconhecimento indissociáveis da nossa era e da sua compreensão política e cultural das diferenças. Em comum, as cenas mantêm a responsabilidade de desconstruir mecanismos que criam o controle do currículo como efeito de verdade e dificultam a proliferação da diferença como diferença em si. Seu foco são conversas com sujeitos da escola — professores, gestores e alunos — operadas em contextos distintos, visto que a empiria vem sendo produzida por estudantes de iniciação científica, estudantes extensionistas, estudantes de pós-graduação (mestrado e doutorado) e com colegas em pós-doutorado no PPGE/UFRJ. 


Do ponto de vista teórico, nossa preocupação reside em como pensar uma ontologia, sem a qual não há diferença.  Com o auxílio da ontologia do sujeito relacional de Butler (2015, 2018), perturbada pelos neomaterialismo (Coole; Frost, 2010), pelo pensamento negro radical (Ferreira da Silva, 2022; Barzaghi; Paterniani; Arias, 2021) e pelos estudos queers, fomos construindo um arcabouço teórico para entender as falas que nossas conversas vão produzindo. Em termos da intervenção, essas tem-se dado em escolas das redes públicas do Rio de Janeiro, Niterói, Maricá e Mesquita. Em diálogo com a teorização da reconceptualização americana, perturbada pelo pós-estruturalismo e pelos diversos feminismos, a intervenção tem sido pensada como estudo colaborativo (Miller, 1990). Nesse sentido, ela vem sendo entendida como o que provoca conhecimento, ao invés de representá-lo (Britzman; Pitt, 2003; Scott, 1998). Os tópicos das conversas com que provocamos o conhecimento são experiências dos sujeitos na escola em torno de responder as questões da diferença, que inclui gênero, sexualidade e raça, mas também deficiência, classe social e localidade. Pedimos, entre outros, que comparem os relatos da sua própria vida com a do grupo em momentos determinados; perguntamos sobre as posições que compartilham com outros; nós nos interessamos pelos conflitos, emocionais e físicos, envolvidos nesse partilhamento (Smith; Watson, 2010). Conversamos sobre a vida e a vida na escola, recorrentemente assombrada pelo fantasma dos discursos pedagógicos. 


Embora reconheçamos que há muitas formas de responder à diferença, nós buscamos interrogar uma perspectiva que se materializou entre nós: aquela que converteu a diferença, algo sempre plural e em constante produção, em simulacro: a diversidade. Nossa inflexão tem seguido assim por autores que, segundo Salih e Butler (2004), apostam na irrealizabilidade, uma tradição que destaca princípios necessariamente irrealizáveis ou cuja realização implicaria em sua própria extinção. Lançando mão de noções derridianas como différance, iteração e citacionalidade (Derrida, 1991, 2004, 2008, 2010, 2011), entre outras — e os usos que delas fazem os autores com os quais dialogamos —, nós seguimos os excessos de sentidos, efeitos discursivos não intencionais, reterritorializações subversivas, falhas constitutivas de uma articulação hegemônica que se pretende totalmente regulatória da diferença. As respostas escolares são tomadas, aqui, portanto, como uma disposição por normatizar (Ball, 2013; Brown, 2015), mas assumimos também que elas são performativas (Butler, 2015; 2022). Assim, argumentamos que a reiteração é incontrolável, que os efeitos das políticas das diferenças são imprevisíveis, ainda que o cálculo esteja sempre a postos em sua insana tentativa, não poucas vezes bem sucedida, de impedir o desabrochar do excesso. Se o cálculo é, também, necessário — afinal a pesquisa é também cálculo —, ele precisa se dar “tão longe quanto possível, para além do lugar em que nos encontramos e para além das zonas já identificáveis” (Derrida, 2010, p.56). 


Em vez de confrontar a normatividade – como signo último da escolarização – à diferença – como se externa fosse às escolas –, assumindo que seriam expressões supostamente excludentes e em franca oposição, observamos as reiterações presentes nas políticas de reconhecimento, cunhando o que chamamos de problemas da diferença. Esta nomeação não deve ser vista como uma tentativa de racionalizar o que seria, em tese, matéria envolvida por afetos, emoções e sentidos impensados. Ao contrário, chamamos de “problemas” para situar as escolhas e os pesquisadores, bem como pensar sobre os significados de olhar, conversar, entrar, perguntar e fazer com o campo investigado. Em resumo, precisamos admitir que ao tratar de experiências de reconhecimento da diferença nas escolas, estamos tocando em afetos que não devem ser reduzidos a meras representações culturais de sujeitos específicos (Clough; Valley, 2007; Seigworth; Pedwell, 2023). Existe uma dimensão dessas respostas que vão além da comunicação verbal, e dependendo do cenário, a tendência é criar modelos e esclarecimentos plausíveis e verossímeis apenas para torná-la inteligível. Em variados momentos, nós nos flagramos construindo classificações rápidas ou explicações que apelavam ao exótico. Assim, ao estilo de Fravet-Saada (2005), apostamos na possibilidade de apreender com essas experiências ao nos deixarmos tocar de modo particular e desafiar pelos algumas das nossas certezas. 


Nossa esperança é que essas intervenções abram espaço análises que arrisquem o que parece obvio na gramática política de reconhecimento da diferença, em especial quando na esfera política atual se esfumaçou a fronteira entre movimentos sociais, área de investigação acadêmica e atuação em escolas a fim de enfrentar um inimigo comum. Mesmo que ainda poucas (Brown, 2023; Miskolci, 2022), pesquisas recentes vêm demonstrando que essa inflexão histórica viabilizando a construção dessa articulação é ainda pouco explorada. Hoje vivemos ainda em um mundo que as relações são frequentemente mediadas tecnologicamente o que torna patente a falácia da oposição real/virtual e cada vez mais nítida a existência de um contínuo entre vida on-line e vida off-line. Oposições entre privado e público, subjetividade e vida coletiva, intimidade e exterioridade parece estar progressivamente sendo erodidas sem que tenhamos cunhados um vocabulário analítico a partir do qual possamos compreender como esses atravessamentos incidem sobre a consideração das políticas da diferença. De tal modo, o eixo vem buscando empreender uma exploração inicial dessas erosões focando na forma como professores e estudantes tem negociado a visibilidade da diferença nas escolas. 


A ação empírica da pesquisa é ampliada pelas noções teóricas com as quais trabalhamos a política como desentendimento, tal como formulado como Ranciére (2018; 2009) em diversos escritos. Como Scofano e Ranniery (2022; 2021) destacaram, a política curricular se manifesta enquanto um espaço-tempo de convergência e derrame da diferença. Neste percurso, ergue-se um problema de sentido, isto é, de como as palavras e as coisas se (des)articulam; movimento que produz distintos regimes de sensorialidade em comunidades políticas no seio da experiência curricular – algo que Miller (2026, no prelo), veio a chamar de comunidades sem consenso. A análise se converte em um exercício de pensar diante de um conjunto de signos (Ranniery; Macedo, 2021; 2023). Nesse sentido, o trabalho empírico foi organizado em três cenas entrelaçadas. O primeiro teve como foco a construção de uma disciplina eletiva sobre experiências juventudes contemporâneas em parceria com duas escolas públicas. Na segunda, buscamos compreender o processo político de consideração das agendas da diferença em intervenções realizadas junto a grupos de professores de escolas. Por fim, essa compressão acompanhou os processos políticos que as vicissitudes da vida de estudantes vêm colocando às agendas da diferença. 


Operando com Ball, Maguire e Braun (2018) e Brown (2023), em um primeiro momento, buscamos perceber os efeitos das políticas de atuação das escolas em articulação com os movimentos sociais e a sociedade civil. Num segundo momento, com vistas a um olhar mais atento às demandas, constituímos constituída uma biblioteca de textos conectados – diários de campo de estudantes bolsistas, transcrições de gravações e relatos de oficinas, conversas e reuniões – que vem funcionando como o corpus de análise dos problemas jogados da diferença. A seleção desses textos seguiu regras pouco restritivas. Em parte, isso é em função da opção por uma matriz pós-estrutural, na qual a pretensão de abranger a totalidade dos textos ou mesmo um conjunto representativo ou relevante deles é posta em xeque, na medida em que qualquer sentido é sempre diferido. Por outro lado, ao criar um mapa mais amplo de discursos em interação, é possível evitar a ideia de que há um único discurso em uma dada configuração histórica. A ampliação de fontes facilita a exploração dos jogos de linguagem envolvidos na construção de gramática política que mobiliza as agendas de reconhecimento da diferença, permitindo que os discursos interajam entre si. 


Assumimos, assim, como Foucault (1975), que os textos, em sua totalidade e variedade, “não formam nem um compósito nem um texto exemplar, mas uma estranha contenda, uma confrontação, uma relação de poder, uma batalha entre discursos e através dos discursos. Mais ainda, não se pode descrever [a interseção entre os discursos] como uma única batalha, porque vários combates separados são travados ao mesmo tempo e intersectam uns com os outros” (p.54). A perspectiva desta investigação, portanto, reconhece o caráter aberto e criativo das intersecções de diferentes discursos, os quais variam socialmente e só podem ser aferidos por meio das práticas cotidianas. Em outras palavras, o panorama das cenas a seguir inserem a consideração das agendas diferença em um contexto maior que tanto as origina quanto as transforma, moldando subjetividades que, por sua vez, as modificam. Em resumo, as agendas da consideração da diferença não são menos sociais, não funcionam menos fora de quadros de inteligibilidade e sua transformabilidade é uma prova do seu caráter engendrado. 


   A descrição das (intra)ações deste eixo são semelhantes ao que Whatmore (2006, p. 601) descreve como “revirar assuntos aparentemente familiares repetidamente, como as pedras em uma praia”. Whatmore (2006) nos lembra que os fluxos e ritmos cósmicos lançam matéria em trajetórias multidimensionais. Os seixos caem, se misturam, colidem, se polinizam, nunca se fixando em formas ou substâncias. Portanto, nós lançamos mão de histórias não lineares e não unitárias, indubitavelmente opacas que se emaranham com as imagens de Karen Barad - imagens de reviravoltas reiterativas, isto é, semelhantes a como a minhoca areja o solo. É Barad que propõe especialmente cenas de intração – ao invés de popular interação – que claramente rejeitam que o processo seja linear e transparente. Por outra via, para Barad (2014), as cenas de intra-ação não pressupõem separações absolutas entre o passado e o presente; não se movem para além e deixa “o velho” para trás; não “refletem ou voltam para um passado que foi” (p. 168). Para Barad (2012, p. 12), portanto, não há “afastamento” ou “ir além, além”, [nenhum] sentido de seguir em frente e deixar o passado para trás”. Em vez disso, “as multiplicidades coexistentes de relações emaranhadas de passado, presente e futuro aqui e ali constituem fenômenos mundanos” (Barad, 2010, p. 264).

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Artigos​

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RANNIERY, T.; SOUSA, V. P. Notas sobre pedagogia queer. Revista Espaço do Currículo, v. 16, p. 1-15, 2023.

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GOMES, J. F. M.; RANNIERY, T. Os 'outros' do currículo: sobre possibilidades de descolonização no Ensino de Biologia. Revista de Ensino de Biologia da Associação Brasileira de Ensino de Biologia, v. 16, p. 1127-1146, 2023.

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RANNIERY, T; OLIVEIRA, A. L.; ROCHA, D. Vocês são importantes.... Teias, v. 24, p. 3-14, 2023.

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SOUSA, V. P.; RANNIERY, T. Um encontro vibrante: a escola, o corpo e a produção do espaço. GEO UERJ, v. 43, p. e80063, 2023

 

GONCALVES, L. A. B. F.; SOUSA, V. P.; RANNIERY, T. Corpos que quebram: interseccionalidade, fractalidade, interferência. Revista Espaço do Currículo, v. 15, p. 1-20, 2022.

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RANNIERY, T. Ecoar o possível: do currículo queer a queerização da teoria de currículo. Aceno, v. 9, p. 27-44, 2022. 

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MEDEIROS, R. S.; RANNIERY, T. Desentendimento na política curricular: um problema de sentido. Teias, v. 23, p. 123-141, 2022. 

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SCHORR, S. M.; RANNIERY, T. Educação para o risco: regulando a docência em ciências na era da insegurança. Currículo Sem Fronteiras, v. 21, p. 1350-1373, 2021.

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SOUSA, V. P; RANNIERY, T. (Orgs) Educação Pelas Diferenças: Invenções, Deslocamentos, Transbordamentos. Periferia, 2025. (no prelo)

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RANNIERY, T. TERRA, N. O diabo na rua, no meio de redemunho. Revista Brasileira de Estudos da Homocultura, 2025. (no prelo)

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RANNIERY, T. Notas de hesitação. E-curriculum, 2025. (no prelo)

 

CASSAL, Luan Carpes; RANNIERY, T. Back to “No Future”: Current and potential futures for queerness and childhood. South African Review of Sociology, 2025 (no prelo). 

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Organização de dossiê temático


RANNIERY, T; OLIVEIRA, A. L.; ROCHA, D. (Org.). Seção Temática "Vocês são importantes...": questões de alteridade e diferença nas políticas curriculares. Teias, UERJ, 2023.

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RANNIERY, T. OLIVEIRA, I. V; SILVA, P. T. (Orgs). Seção Temática: Dar fim a pesquisa como conhecemos: poéticas negras, feministas, bichas e indígenas em conversa. Revista Brasileira de Estudos da Homocultura, 2025. (no prelo)

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SOUSA, V. P; RANNIERY, T. (Orgs) Seção Temática: Educação Pelas Diferenças: Invenções, Deslocamentos, Transbordamentos. Periferia, UERJ. 2025. (no prelo)

Capítulo de livro


RANNIERY, T. Agenciamento e/de políticas de currículo: pensar com Deleuze e Guattari. In: Stephen J. Ball; Jefferson Mainaders. (Org.). Pesquisa em políticas educacionais: debates contemporâneos. São Paulo: Cortez, 2024, v. 1, p. 222-251

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Orientações


Nayara Aguiar. Expulsão escolar e dispositivo da racialidade: contribuições da psicologia social. Trabalho de Conclusão do Curso de Psicologia. Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2025. 

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Rafael Cunha Crespo. Tretas curriculares das políticas de inclusão escolar: itinerâncias do contexto da prática. 2024. Dissertação (Mestrado em Educação). 

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Vanessa Montel Martins. Catálogo de roteiros investigativos para ensino de saúde a partir de materiais de divulgação científica em redes sociais. 2024. Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissional em Ensino de Biologia (PROFBIO). 

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Valéria Carneiro da Silva. Ensinando corpo humano em uma escola de unidade prisional: uma estratégia para o ensino de biologia desde uma perspectiva de gênero. 2022. Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissional em Ensino de Biologia (PROFBIO)

Carmem Godinho Ferras. Investigado fisiologia humana com o cinema no Ensino de Biologia. 2022. Dissertação (Mestrado em Mestrado Profissional em Ensino de Biologia (PROFBIO)

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Lorraine de Andrade Branco Faria Gonçalves. Currículo e maternidade: raça, gênero e cuidado na Educação Infantil. 2024. Tese (Doutorado em Educação).
Ricardo Scofano Medeiros. Dissenso na política curricular: um olhar por entre as linhas e os afetos na rede municipal de Educação de Niterói. 2023. Tese (Doutorado em Educação).

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Victor Pereira de Sousa. O espaço e o tempo no fim do mundo: como a teorização de currículo responde à diferença. Início: 2023. Tese (Doutorado em Educação) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

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Julia da Silva Coelho. O Hip-Hop e Elas: O Encontro do Projeto Rappers e o Feminino Negro. Início: 2024. Dissertação (Mestrado profissional em Educação) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

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Fillipe Veira de Paula. Grupos reflexivos de homens: pedagogias das masculinidades. Início: 2023. Dissertação (Mestrado profissional em Educação) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

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Ester Villar. Educação em Sexualidade: Questões de/para a juventude. Início: 2024. Dissertação (Mestrado profissional em Programa de Mestrado Profissional em Rede em Ensino de Biologia - PROFBIO) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Daniely Mara Carius Recarey Eiras. Diários de Aprendizagens: Uma Experiência de Ensinar Corpo Humano com Arte. Início: 2023. Dissertação (Mestrado profissional em Programa de Mestrado Profissional em Rede em Ensino de Biologia - PROFBIO).
 

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